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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Feira do Cigs reabre

A feira de produtos regionais que é realizada no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), no bairro de São Jorge, Zona Oeste, terá sua primeira edição amanhã, dia 16, partir das 6h. No ano passado, os negócios movimentaram mais de R$ 2 milhões e quase 500 toneladas em gêneros alimentícios, o que representou um crescimento de 25% sobre o ano anterior.

O sucesso da feira deve-se a vários fatores, como a comercialização ser feita pelo próprio produtor; sem atravessador, o preço cai entre 10% e 20%; a qualidade do produto; a organização e segurança, por ser realizada nas instalações do Exército; além disso o consumidor conta com estacionamento, diferente de outras feiras. O presidente da Agência de Fomento do Amazonas (AFEAM), Valdelino Cavalcante, que coordena o evento, diz que na semana da feira, técnicos da agência fazem uma pesquisa de mercado para balizar o preço a ser cobrado.

Este é o terceiro ano da feira, uma iniciativa da ADS, que começou com a finalidade de oferecer produtos regionais para militares e suas famílias. O negócio deu certo e o espaço foi aberto para os demais consumidores.

Em 2008, o fornecimento de produtos veio de 58 cooperativas e associações, no ano passado esse número subiu para 61. E neste sábado serão representantes de 65 entidades de 16 municípios que colocarão à venda toda a linha de hortifrutigranjeiros, além de pescado e carne, polpa de frutas e artesanato regional, algo em torno de 18 a 20 toneladas.

Cavalcante diz que para o produtor que participa da feira, esse espaço quinzenal garante a comercialização dos gêneros e isso incentiva a ampliação de suas plantações. Antes eles vendiam para atravessadores.

Haverá também o lançamento do curso de extração de espinha de peixe para consumidores e feirantes interessados, além do pessoal do Exército que lida na cozinha, previsto para iniciar em fevereiro. Também está nos planos da agência a realização de curso de elaboração de linguiça de peixe e piracuí, com o apoio de técnicos da Ufam.

Fonte: A Crítica e Nurian Lavareda

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